terça-feira, 6 de julho de 2010

Seminário sobre Pedofilia leva mais de 600 pessoas ao auditório da FACIMP

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A Faculdade de Imperatriz – FACIMP, respaldada na formação de cidadãos cada vez mais compromissados com o futuro e objetivando oportunizar aos participantes a promoção de conhecimentos, iniciou nesta quarta-feira, 09 de junho, o seu primeiro Seminário Temático promovido elo curso de Direito com o tema "Pedofilia em Debate".

O tema escolhido atraiu a atenção de muita gente. Mais de seiscentas (600) pessoas estiveram presentes, lotando o Auditório Central da faculdade na primeira noite do evento, que contou com uma apresentação do professor mestre da Unisulma, Witembergue Zaparoli, sobre "Uma Visão Antropológica da Pedofilia".

A deputada estadual Eliziane Gama, presidente da comissão parlamentar de inquérito da pedofilia no Maranhão proferiu a palestra com o tema "O Trabalho Desenvolvido pela Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI – da Assembléia Legislativa do Maranhão no Combate à Pedofilia".

"Depois que começamos o trabalho da CPI da Pedofilia no Maranhão, o número de denúncias contra abuso sexual de crianças e jovens cresceu demasiadamente e passamos do terceiro para o segundo lugar, como o estado que mais denuncia este crime no Brasil. A única possibilidade de diminuirmos os abusos contra os nossos jovens é denunciando, e isto pode ser feito através do Disque 100", disse a deputada.

Para a diretora geral da FACIMP, professora MSc. Dorlice Souza Andrade, esta é uma manifestação do curso de Direito da faculdade, clamando por um momento de reflexão, diante da força esclarecedora das doutrinas do direito em nosso cotidiano acadêmico, quando percebemos que desconhecer a triste realidade da pedofilia, mesmo sem o ônus da convivência íntima deste problema, é também pecar por omissão.

"Este Seminário é um aliado do momento de luta vivenciado pela sociedade brasileira contra a pedofilia. Temos o propósito de discutir importantes aspectos deste grande problema, numa tentativa de encontrarmos estratégias balizadoras, para combater esse extremo perigo, que ocupa a mente de pessoas capciosas", considerou Dorlice.

Nesta quinta-feira, dia 10, tivemos a palestra proferida pela juíza Sara Fernanda Gama, com o tema "Abuso Sexual de Menores, suas Implicações Jurídicas e a Realidade Imperatrizense".

Já na sexta-feira, a partir das 19h, temos a palestra proferida pelo psiquiatra João Eli de Oliveira, com o tema "Considerações Sobre a Depressão do Vitimado pela Pedofilia". Logo em seguida teremos o enceramento do Seminário com um coffee break oferecido aos participantes.

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http://www.facimp.edu.br/facimp/wordpress/?p=791

domingo, 28 de junho de 2009

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sábado, 13 de junho de 2009

HORTITEC 2009



A Hortitec surgiu do ideal de um grupo de empresários, que sentia a necessidade de ter no Brasil um evento nos moldes das principais exposições no exterior, onde os participantes pudessem ter contato com empresas expositoras, conhecendo as necessidades do setor e realizando negócios.

O primeiro evento foi realizado em 1994 e contou com a participação de 38 empresas expositoras e 1500 visitantes. Já em 1995, houve a participação de empresas da Holanda e Espanha, dando um caráter internacional ao evento.

Com o passar dos anos, a Hortitec ampliou a sua atuação, passando a contar com expositores dos setores de horticultura e fruticultura.

Em 2008, em sua 15ª edição, participaram aproximadamente 340 empresas e 21.250 visitantes.

http://www.hortitec.com.br/fotos.asp

domingo, 7 de junho de 2009

Agronomia UFV

 
Posted by Picasa

Compete ao Engenheiro-Agrônomo desempenhar as atividades profissionais previstas na Resolução nº 218, de 29.6.73, do CONFEA, e atuar nos seguintes setores: manejo e exploração de culturas de cereais, olerícolas, frutíferas, ornamentais, oleaginosas, estimulantes e forrageiras; produção de sementes e mudas; doenças e pragas das plantas cultivadas; paisagismo; parques e jardins; silvicultura; composição, toxicidade e aplicação de fungicidas, herbicidas e inseticidas; controle integrado de doenças de plantas, plantas daninhas e pragas; classificação e levantamento de solos; química e fertilidade do solo, fertilizantes e corretivos; manejo e conservação do solo, de bacias hidrográficas e de recursos naturais renováveis; controle de poluição na agricultura; economia e crédito rural; planejamento e administração de propriedades agrícolas e extensão rural; mecanização e implementos agrícolas; irrigação e drenagem; pequenas barragens de terra; construções rurais; tecnologia de transformação e conservação de produtos de origem animal e vegetal; beneficiamento e armazenamento de produtos agrícolas; criação de animais domésticos; nutrição e alimentação animal; pastagem; melhoramento vegetal; melhoramento animal.

Curriculo do curso da UFV

INOCULANTES MICROBIANOS



No começo estava um pouco nervoso, mas deu tudo certo a apresentação.



A Cecília foi muito bem na apresentação.





Perguntas e comentários sobre a apresentação.



http://docs.google.com/Presentation?id=ddhb2svz_1043cg72xbf5

Artigo da Rev. Bras. Ciênc. Solo vol.30 no.1 Viçosa Jan./Feb. 2006

sábado, 30 de maio de 2009

Curso de heveicultura na fazenda da EPAMIG em Oratória, MG




I Oficina de Heveicultura


A AgroPlan - UFV em parceria com Florestal Jr. UFV realizarão nos dias 16 e 17 de maio de 2009 a 1ª. Oficina de Heveicultura.

A produção de seringueira no país vem aumentando bastante nos últimos anos e está sendo usada como uma forma de aumentar a renda nas propriedades porque pode ser cultivada em sistemas agroflorestais, por isso essa é uma excelente oportuindade de aprendizado sobre essa cultura, pois o evento será composto por palestras e por um dia de campo na fazenda experimental da EPAMIG.

PROGRAMAÇÃO

16/05/2009 (sábado)
LOCAL: Auditório da Fitotecnia
08:00 – Recepção

08:30 - Origem e Importância
Paulo de Souza Gonçalves
IAC – Campinas - SP

09:30 - Botânica e Melhoramento
Paulo de Souza Gonçalves
IAC – Campinas – SP

10:30 – Intervalo

10:50 - Implantação e Manejo
Nilson Augusto Cardoso Troleis
Seringueira.com

11:50 - Almoço

13:30 - Pragas e Doenças
Nilson Augusto Cardoso Troleis
Seringueira.com

14:30 - Beneficiamento e Qualidade
Ana Carolina Dall' Antonia
Prolatex

15:30 - Intervalo

15:50 - Mercado da Borracha
Heiko Rossmann
IteB – Rio de Janeiro - RJ

16:50 – Sequestro de Carbono
Antônio de Pádua Alvarenga
EPAMIG - Viçosa


17/05/2009 (domingo)

08:00 – Dia de Campo
Fazenda Experimental da EPAMIG

domingo, 24 de maio de 2009

Chuva causa prejuízos para pecuaristas e produtores no Maranhão



Segunda-feira, 04/05/2009
A inundação isolou rebanhos, pastagens e deixou milhares de lavouras inteiramente submersas no município de Joselândia, a 300 km de São Luís. Cerca de 300 hectares de banana estão apodrecendo.

sábado, 23 de maio de 2009

Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa é a melhor escola pública do Brasil



Segundo o Enem, o Colégio de Aplicação da Universidade de Viçosa é a melhor escola pública do Brasil. Mais de 20 mil instituições foram avaliadas pelo Exame Nacional do Ensino Médio.

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1018154-7823-COLEGIO+DE+APLICACAO+DA+UNIVERSIDADE+FEDERAL+DE+VICOSA+E+A+MELHOR+ESCOLA+PUBLICA+DO+BRASIL,00.html

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

O Ser e o Nada: Ensaios de Ontologia Fenomenológica, JEAN-PAUL SARTRE

Do ponto de vista estritamente filosófico, o itinerário do pensamento de Sartre inicia-se com A Transcendência do Ego, A Imaginação, Esboço de uma Teoria das Emoções e O Imaginário, publicados entre 1936 e 1940. Neles encontram-se aplicações do método fenomenológico formulado por Husserl, ao mesmo tempo que o autor se afasta do mestre e chega a criticar algumas de suas posições. Mas a obra na qual se encontra a filosofia existencialista que celebrizou Sartre é O Ser e o Nada.

O Ser e o Nada subintitula-se ensaio de ontologia fenomenológica, o que desde o início define a perspectiva metodológica adotada pelo autora A abordagem proposta pretende não confundir o objetivo do livro com as metafísicas tradicionais. Estas sempre contrastaram ser a aparência, essências subjacentes à realidade e fenômenos, o que estaria atrás das coisas e as próprias coisas como suas manifestações. A ontologia fenomenológica superaria essa dual idade pela descrição do ser como aquilo que se dá imediatamente, ou seja, não propondo explicar a experiência humana por referência a uma realidade extrafenomenal. Nesse sentido, a ontologia fenomenológica seria idêntica a outras espécies de descrições fenomenológicas, como as que o próprio Sartre realizou com relação às emoções e ao imaginário. Para Sartre, o dualismo de ser e parecer não tem mais “direito de cidadania na filosofia”. O ser de um existente qualquer seria precisamente aquilo que parece e não existiria outra real idade fora do fenômeno: “O fenômeno pode ser estudado e descrito enquanto tal, pois ele é absolutamente indicativo de si mesmo”. Isso não quer dizer que o fenômeno não seja verdadeiramente um ser. Para Sartre, o ser do fenômeno é posto pela própria consciência e esta tem como caráter essencial a intencionalidade. Em outros termos, a consciência visa a um objeto transcendente, implicando, portanto, a existência de um ser não-consciente. Poder-se-ia então concluir que existem dois tipos de ser: o ser-para-si (consciência) e o ser-em-si (fenômeno).

Do ser-em-si somente se pode dizer que ele “é aquilo que é”. Isso significa que o “ser-em-si é opaco para si mesmo”, nem ativo nem passivo, sem qualquer relação fora de si, não derivado de nada, nem de outro ser: o ser-em-si simplesmente é. Daí o caráter de absurdo que o ser-em-si carrega como sua determinação fundamental. A densidade opaca, o absurdo do ser-em-si provocaria no homem o mal-estar, que Sartre denomina náusea.

Para Sartre, o ser-para-si, a consciência, é radicalmente diferente, definindo-se “como sendo aquilo que não é e não sendo aquilo que ele é”. Enquanto o ser-em-si é inteiramente preenchido por si mesmo e sem nenhum vazio, a consciência é constituída por uma descompressão do ser. A consciência é presença para si mesma, o que supõe que uma fissura se instala dentro do ser. Essa fissura, ou descolamento, é a marca do nada no interior da consciência. O nada é um “buraco” mediante o qual se constitui o ser-para-si, e o fundamento do nada é o próprio homem: “mediante o homem é que o nada irrompe no mundo”.

O ser-para-si conteria, portanto, uma abertura e seria precisamente essa abertura a responsável pela faculdade do para-si no sentido de sempre poder ultrapassar seus próprios limites. Enquanto o ser-em-si permaneceria fechado dentro de suas próprias fronteiras, o ser-para-si ultrapassar-se-ia perpetuamente, e esse poder de transcendência seria expresso através das formas do tempo. Em outros termos, o ser-para-si seria um ser para o futuro, seria espontaneidade criadora.

Segundo Sartre, o tempo é também expressão de mistura entre o em-si e o para-si e essa mistura constitui a existência humana. Dentro dessa perspectiva, o passado não existe, a não ser enquanto ligado ao presente; todo indivíduo pode afirmar: eu sou meu passado e no momento de minha morte não serei mais do que o meu passado que, agora, é meu presente. O passado, pensa Sartre, é a marca do em-si. Enquanto o homem é consciente de si mesmo, no presente, ele vive segundo o modo do para-si; contudo, o seu passado tem todas as características do em-si. Da mesma forma como o corpo humano das sereias termina em cauda de peixe, a existência humana constitui-se, sobretudo, pela espontaneidade da consciência, mas encontra atrás de si um ser que tem toda a fixidez de uma coisa qualquer do mundo.

Apesar disso, afirma Sartre, não é possível ver na consciência algo distinto do corpo: Este não é uma coisa que se liga exteriormente à consciência; pelo contrário, é constitutivo da própria consciência. A consciência é, estruturalmente, intencional e, portanto, relação com o mundo; o corpo exprime a imersão no mundo, característica da existência humana. O corpo é um centro, em relação ao qual se ordenam as coisas do mundo e, por isso, constitui uma estrutura permanente que torna possível a consciência. Sartre vai mais longe em sua interpretação, dizendo que o corpo é a própria condição da liberdade. Não existe liberdade sem escolha e o corpo é precisamente a necessidade de que haja escolha, isto é, de que o homem não seja imediatamente a total idade do ser. O corpo é, por conseguinte, tanto a condição da consciência como consciência do mundo, quanto fundamento da consciência enquanto liberdade.

Fonte:http://www.culturabrasil.pro.br/sartre.htm

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Taxa de câmbio: novas apreciações?

Macroeconomia
Taxa de câmbio: novas apreciações?

Rogério Mori*

Uma das grandes questões em termos econômicos nos últimos tempos no Brasil diz respeito ao comportamento da taxa de câmbio. De fato, a cotação da moeda norte-americana tem mostrado um comportamento sistemático de baixa e pisos da cotação parecem ser rompidos constantemente ao longo do tempo. Nos últimos meses essa história parece se repetir e já se cogita um patamar inferior a R$ 2,00 para a cotação do dólar nos próximos meses.

As razões para tal movimento na taxa de câmbio permanecem centradas tanto no lado do resultado da conta de comércio exterior quanto nos fluxos de recursos externos direcionados para o País.

Do lado da balança comercial, os resultados continuam a se mostrar expressivos e as projeções do mercado financeiro apontam para um saldo comercial superavitário da ordem de US$ 40 bilhões em 2007. Mesmo com a retomada da atividade econômica doméstica (que tem contribuído para estimular as importações) e com a apreciação da taxa de câmbio, o ritmo das exportações segue forte, fundamentado, em grande medida, nos elevados preços internacionais de várias commodities de exportação brasileira.

Ao mesmo tempo, o fluxo de recursos externos direcionados para a economia brasileira segue forte, contribuindo para exercer pressões adicionais sobre a taxa de câmbio. Nesse sentido, apesar das reduções da taxa básica de juros (Selic), os ativos financeiros brasileiros mostram-se relativamente atrativos. Os sucessivos recordes do Ibovespa ao longo de abril refletem, em grande medida, esse processo. À medida que, afora alguma surpresa, não se espera uma reversão desse quadro no médio prazo, as pressões no mercado de câmbio no sentido de apreciação da moeda brasileira devem prosseguir nos próximos meses.

Em função das apreciações da moeda brasileira, verificadas, a taxa de câmbio real efetiva encontra-se em um patamar similar ao verificado em 1999. Pressões adicionais de apreciação da moeda brasileira apenas reforçarão o quadro de agravamento de vários setores da economia nacional, em particular aqueles mais sujeitos à concorrência externa.

Os esforços do Banco Central para tentar evitar novas apreciações do real em relação ao dólar têm se mostrado relativamente infrutíferos. Mesmo com as maciças compras de dólares por parte do BC no começo do ano, a cotação da moeda norte-americana tem registrado sucessivas quedas.

A apreciação da moeda brasileira diante do dólar, no entanto, tem tido efeitos sobre o comportamento da inflação ao longo desse período. De fato, a evolução dos preços dos bens comercializáveis com o exterior tem contribuído significativamente para desaceleração do ritmo da inflação (vide gráfico), o que tem proporcionado cada vez mais espaço para que o Banco Central promova reduções da taxa básica de juros (Selic). O conjunto dos bens comercializáveis com o exterior no IPCA registrou inflação de apenas 1,19% nos últimos doze meses, terminados em fevereiro de 2007. Tal fenômeno contribuiu expressivamente para que o IPCA registrasse inflação acumulada em 12 meses próxima a 3% ao longo do período, situando-se significativamente abaixo da meta estabelecida de 4,5% para o ano passado e para 2007. A fonte mais significativa de inflação no curto prazo tem origem no comportamento dos preços dos produtos não comercializáveis com o exterior, mas seu patamar também é relativamente confortável, o que sancionaria reduções mais robustas da taxa básica de juros por parte do Banco Central.

Nesse contexto, o eixo da questão da taxa de câmbio se desloca, em parte, para a política monetária. O debate relevante do momento refere-se às razões que estariam levando o BC a manter o conservadorismo nas decisões em relação à taxa de juros, uma vez que o cenário de inflação é confortável e uma aceleração no ritmo das quedas aliviaria, em certo sentido, as pressões no mercado de câmbio, uma vez que, potencialmente, reduziria a atratividade dos ativos de renda fixa para investidores estrangeiros.

A despeito disso, as sinalizações do Banco Central são de que o conservadorismo deverá prosseguir nas próximas reuniões. Nesse contexto, afora alguma surpresa, o quadro de pressões sobre a taxa de câmbio deverá se manter.

_________________________________
* Professor e Coordenador do Centro de Macroeconomia Aplicada (Cemap) da FGV-EESP


Fonte:http://www.agroanalysis.com.br/index.php?area=conteudo&mat_id=231&from=abreaspas

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Agropecuária: vilã e vítima das mudanças climáticas

http://colunas.globoamazonia.com/icv/

Sérgio Henrique Guimarães*

Um estudo realizado recentemente pela Embrapa e Unicamp (Aquecimento Global e a Nova Geografia da Produção Agrícola no Brasil) afirma que se nada for feito para reduzir os efeitos das mudanças climáticas, o aumento das temperaturas em decorrência do aquecimento global pode provocar perdas nas safras de grãos de cerca de R$ 7,4 bilhões, já em 2020. A soja é cultura que deve sofrer maior impacto com a elevação de temperaturas; no pior cenário, o principal produto de exportação do Brasil pode apresentar perdas de R$ 3,9 a 4,3 bilhões em 2020.

Na verdade esses resultados confirmam o que já foi anunciado pelo IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas) em 2007, que a produção de alimentos em todo o mundo poderá sofrer um “impacto dramático” nas próximas décadas por conta das mudanças climáticas. Que todos os países serão afetados e os grandes produtores agrícolas, como o Brasil, sentirão os efeitos já na próxima década.

No Brasil, o quarto país maior emissor - ao contrário do resto mundo, onde a maior parte das emissões são oriundas dos combustíveis - o desflorestamento e a agropecuária são responsáveis por cerca de 75% das emissões, principalmente pelo desmatamento e queimadas na Amazônia. Logo, a agropecuária brasileira e mais especificamente da Amazônia, está no centro dessas questões: tanto como o maior indutor do desmatamento, portanto um dos “vilões” causadores do aquecimento global; quanto por ser uma das maiores “vítimas” desse grave e complexo problema, que pode comprometer de forma dramática a produção agrícola, a economia e as condições de vida no Brasil.

Mas se é parte importante do problema, também pode e deve ser parte essencial das soluções – até porque esses cenários só ocorrerão se nada for feito para a redução das emissões e dos seus impactos.

Nesse sentido, as conclusões dos estudos são muito claras quando afirmam que cabe ao setor trazer soluções para minimizar o problema. Sendo a principal delas adotar práticas que impeçam o avanço do desmatamento para novas áreas de plantio. Que os milhões de hectares de pastos degradados hoje existentes, se bem trabalhados, podem abrigar o a expansão da agricultura sem que seja preciso derrubar mais árvores. O que, aliás, vem sendo dito também por lideranças do governo e do setor do agronegócio. Para tanto, é necessário a intensificação de técnicas já existentes como a integrar numa mesma área lavoura e pecuária, usar sistemas agroflorestais e agrossilvipastoris, adotar cada vez mais o uso do plantio direto e reduzir o uso de fertilizantes a base de nitrogênio.

O desafio é colocar em prática, o mais breve possível, essas recomendações e buscar reverter os prejuízos ambientais e econômicos à vista. Para tanto, são necessárias políticas públicas adequadas, mas também lideranças que tenham visão clara da dimensão do problema e estejam à altura do grave momento.

*Sérgio Henrique Guimarães é coordenador executivo do Instituto Centro de Vida – ICV.

http://colunas.globoamazonia.com/greenpeace/2008/10/31/projeto-de-lei-pode-legalizar-destruicao-de-metade-da-amazonia/

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Vale tudo

Nunca estivemos tão distantes do país
com que um dia sonhamos."
(Celso Furtado)

No placar final da votação pelo afastamento de Renan Calheiros, contabilizamos 40 coniventes, 6 covardes e
apenas 35 indivíduos dotados de um mínimo de bom senso.

Escondidos sob o véu do anonimato proporcionado pelo voto secreto, os senadores demonstraram seu caráter, aquele conjunto de traços comportamentais e afetivos que, segundo Heráclito de Éfeso, determina o destino. Gosto de definir caráter como aquilo que se faz quando ninguém está olhando.

Esqueçam a utopia da "resposta das urnas". O último pleito conduziu ao Congresso Nacional personalidades como Paulo Maluf, Clodovil Hernandez e Waldemar Costa Neto, destruindo a tese de que há retaliação popular através do voto. A maioria sequer lembra-se dos nomes de quem ajudou a eleger. E o problema não é falta de memória, mas ausência de educação.

Renan foi o braço-direito de Fernando Collor (PRN) durante as eleições de 1989 e seu líder no Congresso, em 1990. Mais tarde assumiu a pasta da Justiça no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Ao longo desta trajetória, sempre confrontou o PT de Aloizio Mercadante e Ideli Salvatti, os mesmos a apoiá-lo e inocentá-lo agora. Juan Domingo Perón, ex-presidente argentino, tinha razão: "O poder é como um violino. Toma-se com a esquerda e toca-se com a direita".

Há um preceito jurídico denominado "jurisprudência" que corresponde a uma decisão judicial final tomada pelos tribunais superiores na interpretação das leis. Decisões recorrentes que se tornam fonte de direito, inquestionáveis, norma geral enquanto não houver sobreposição de uma nova lei.

Os desmandos que assolam nossa nação estão criando uma espécie de jurisprudência universal. Tudo é defensável, não há mais regras nem exceções. Há apenas a subversão da ordem. Um furto na quitanda é passível de reclusão, enquanto um promotor é reconduzido ao seu posto após disparar doze vezes contra dois jovens, assassinando um deles.

O clamor cívico por justiça é tão retumbante que a decisão do Supremo Tribunal Federal de acatar as denúncias contra os 40 mensaleiros foi vista como um ato de heroísmo, quando deveríamos apenas entendê-la como dever de ofício.

Então ficamos assim: se eu atirar, foi legítima defesa; se meu imposto de renda estiver incompatível, foi por um lapso no preenchimento; se você me proteger, não contarei o que sei a seu respeito.

O problema é que os pobres não têm acesso a bons advogados e a argumentos de defesa lastreados em jurisprudências adequadas.

Tom Coelho, com formação em Economia pela FEA/USP, Publicidade pela ESPM/SP, especialização em Marketing pela Madia Marketing School e em Qualidade de Vida no Trabalho pela USP, é consultor, professor universitário, escritor e palestrante. Diretor da Infinity Consulting, Diretor Estadual do NJE/Ciesp e VP de Negócios da AAPSA. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br.




Fonte:

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Confira os principais tipos de investimento e saiba como aplicar

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u364895.shtml

Principais tipos de investimento e suas características
Tipo de investimento Rentabilidade Risco Liquidez
A

Curso on line de acoes

sábado, 4 de outubro de 2008

Dicas para uma viagem segura

Muitas pessoas que dirigem bem nas cidades são maus condutores nas estradas. Isso ocorre porque conduzir em estradas e rodovias é COMPLETAMENTE diferente do que conduzir em trânsito urbano.
Enfrentar viagens longas ou rodovias mais movimentadas somente quando tiver boa dose de experiência.

Fonte:

Mais:

Do tijolo ao iPhone

O que era para ser apenas um aparelho de comunicação por ondas eletromagnéticas que permite a transmissão bidireccional de voz e dados ultrapassou todos os limites, e não sabemos até onde chegará. Em 1947, os americanos inventaram o celular, mas somente em 1990 foi lançado no Brasil, no Rio de Janeiro. Desde então, a tecnologia teve um crescimento desenfreado. O que antes era utilizado apenas para fazer ligação, agora já é usado para enviar mensagens, tirar fotos, filmar, despertar, gravar lembretes, jogar, ouvir músicas, além de videoconferências e variações na internet.

Em 1973, a Motorola exibiu o seu primeiro protótipo medindo mais de 30 cm, com quase um quilo e custava cerca de 4 mil dólares. Em 1996, chega em São Paulo o tão esperado Motorola StarTac, leve e pequeno mostrando que estilo é um item importante. Chega em 2000, um sucesso de vendas da Nokia. O celular que parecia um “mini-tijolo” com 13 cm de altura e com o famoso joguinho da “cobrinha”, fez a febre dos adolescentes.

O segmento do futuro já visava as memórias altas, display colorido e celulares cada vez menores. Mas, para aqueles que queriam algo a mais e não se importavam tanto com a aparência, em 2002 chegava o BlackBerry , largo e o primeiro a fazer a mescla de comunicação por voz e internet. Na mesma época, uma revolução no mercado de telefonia foi realizada pelos primeiros celulares com câmera. A comunicação passou a ser muito mais interativa com os usuários tirando e mandando fotos a qualquer momento.

Mais uma vez a tecnologia móvel fez sucesso entre os brasileiros, e o ano de 2004 não poderia ser diferente. A Motorola lança o Razr V3 e bate o recorde de vendas de celular. Novamente o estilo esteve presente na decisão dos compradores. Desde então, o processamento e essa metamorfose não pararam de evoluir nas câmeras, baterias mais duráveis e nas telas com cada vez mais cores .

Quando tudo parecia não ter mais o que inventar, surge em 2007 nos Estados Unidos, o tão esperado iPhone lançado pela Apple. Possui a inovação de não ter teclado, sendo sensível ao toque. Um aparelho revolucionário com a junção do iPod, câmera e internet, já conta com uma nova versão. E assim, continuamos esperando coisas que não sabemos dar nomes, pois nosso cérebro ainda não “inventou” tamanha tecnologia. A base de celulares no Brasil, chegou a 102,13 milhões de usuários, todos esperando mais e mais novidades, tendo aqueles que não conseguem acompanhar essa evolução e aqueles que fazem parte da parcela de consumistas sempre em busca do mais novo aparelho de celular.

Fonte ;

quinta-feira, 2 de outubro de 2008